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Lázaro Ramos Diogo Salles. Caricatura é um
desenho de um personagem da vida real, tal como
polÃticos e artistas. Porém, a caricatura
enfatiza e exagera as caracterÃsticas da pessoa
de uma forma humorÃstica, assim como em algumas
circunstâncias acentua gestos, vÃcios e hábitos
particulares em cada indivÃduo.
Historicamente a palavra caricatura vem do
italiano caricare (carregar, no sentido de
exagerar, aumentar algo em proporção).
A caricatura é a filha do expressionismo, onde o
artista desvenda as impressões que a Ãndole e a
alma deixaram na face da pessoa.
A distorção e o uso de poucos traços são
comuns na caricatura. Diz-se que uma boa
caricatura pode ainda captar aspectos da
personalidade de uma pessoa através do jogo com
as formas. É comum sua utilização nas sátiras
polÃticas; Ã s vezes, esse termo pode ainda ser
usado como sinônimo de grotesco (a imaginação
do artista é priorizada em relação aos aspectos
naturais) ou burlesco.Annibale Carracci foi um dos
grandes expoentes da caricatura. É o pioneiro na
História da Arte a utilizar-se dela,
contrapondo-a à idealização.
Carracci, famÃlia de pintores italianos do fim do
século XVI: Ludovico (Bolonha, 1555 - id., 1619)
e seus dois primos Agostino (Bolonha, 1557 -
Parma, 1602) e Annibale (Bolonha, 1560 - Roma,
1609) foram os decoradores da galeria do Palácio
Farnese. Em 1585, fundaram em sua cidade natal uma
escola onde se formaram grandes artistas do
século XVII e que foi a origem do ecletismo
acadêmico.
Artistas da Escola de Bologna também destacam-se
nessa forma de arte, como Domenichino e Guercino.
Pier Leone Ghezzi (1674 - 1755) foi um dos
primeiros a dedicar-se quase que integralmente Ã
realização de caricaturas.
Caricatura de Charles Darwin, 1871.
Caricatura de Charles Darwin, 1871.
Levando-se em conta que os crÃticos costumam
considerar atributos importantes de uma boa
caricatura a máxima expressividade com o mÃnimo
de traços, Gianlorenzo Bernini (1598 - 1680) é
tido como um dos mais brilhantes caricaturistas.
É comum vermos caricaturas polÃticas em nossos
jornais ou revistas. Entretanto, as sátiras
sociais através de caricaturas já existiam
principalmente a partir do Século 18, realizadas
por artistas de renome.
Os ingleses James Gillray (1757 - 1815) e Thomas
Rowlandson (1756 - 1827) eram alguns desses
artistas considerados brilhantes caricaturistas,
que faziam o observador logo reconhecer a
personalidade que estava sendo estereotipada.
A agitação social da França do Século XIX foi
um prato cheio para os caricaturistas do perÃodo.
Destacam-se artistas como Honoré Daumier (1808-
1879), considerado um dos melhores do gênero,
cuja vÃtima preferida era o governo de LuÃs
Felipe (1773 - 1850). Seus trabalhos costumavam
estar presentes no diário Le Charivari e no
semanal La Caricature.
Artistas como Tiepolo, Puvvis de Chavannes e até
Picasso, também têm trabalhos de caricatura.
Monet, por exemplo, era caricaturista no inÃcio
de sua carreira. É comum ainda o uso de elementos
caricaturais nas artes gráficas contemporâneas.
Atualmente, são vários os caricaturistas que se
destacam internacionalmente, fazendo exposições
e publicando na mÃdia impressa. Os maiores nomes
são Sebastian Kruger, Jan Opdebeeck, Mulatier
entre outros. No Brasil, se destacam [Bruno
Lopes(Portugues jovem portugues),Chico Caruso,
Mário Alberto, Cássio Loredano, Jan, Dálcio,
entre outros.corruPTos?... mas quem não é?
Lançado em 2006, o livro corruPTos?... mas quem
não é? se notabilizou como a antologia em
quadrinhos que entrou mais fundo nos anais da
polÃtica brasileira. A publicação une ficção
à realidade e traz uma retrospectiva bem-humorada
dos principais acontecimentos polÃticos do
primeiro mandato do presidente Lula, utilizando
uma linguagem que mistura quadrinhos com charge
polÃtica.
Os temas abordados vão desde a semelhança do
governo Lula com a gestão FHC até episódios
tristes e hilários como os dólares na cueca, o
escândalo do mensalão, a queda dos homens fortes
do PT e a "diversão" do publicitário Duda
Mendonça com as proibidas "rinhas de galo". São
mostradas as várias facetas, não só do governo
atual, mas de toda a polÃtica brasileira,
enfatizando a corrupção nos diferentes nÃveis
do setor público. Este livro não aborda a
polÃtica em si, mas sim o 'jeitinho brasileiro'
de se fazer polÃtica e de como os polÃticos
fazem valer a nossa lamentável cultura de 'levar
vantagem em tudo'.
Além de escrever os textos e assinar a arte,
Diogo também organizou a produção, impressão e
distribuição do livro. O livro foi
constantemente divulgado na mÃdia, com
inserções na TV, em jornais, revistas e em blogs
e sites especializados. Tags : public service announcements funny have fun how to do make get amusing amazing comedy players presidente president sacanagem piada putaria jogador futebol soccer football artist artista heroi hero ator atriz cinema politica politicagem robadeira furto pizza |